Assunto Para HappyHour – O Perfil do Testador Ágil

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Olá!!!

Nesse final de semana (30/04) aconteceu o nosso segundo bate papo da série #AssuntoParaHappyHour. O tema dessa conversa foi sobre o perfil do testador ágil e contou com a presença dos convidados Vanilton Pinheiro, João Clineu e Themis Lemos, onde falaram um pouco sobre as suas experiencias envolvendo a área de teste no contexto ágil de projetos de software. A facilitação dessa conversa ficou por conta de Jana Pereira.

Um breve resumo:

Jana iniciou o debate questionando os convidados sobre o perfil do testador ágil onde todos foram unânimes em afirmar que a principal diferença entre o testador tradicional e o ágil é que agora eles estão envolvidos em todas as fases do desenvolvimento de software, desde sua concepção até a entrega para o cliente, passando por todas as etapas e buscando, principalmente, auxiliar o time de desenvolvimento com boas práticas de teste, como automatização dos testes, por exemplo.

Outro questionamento levantado por nossa facilitadora foi quem mais ganha com esse perfil do testador ágil. Pode-se perceber que a proatividade e a comunicação são dois fatores essenciais que compõem o conceito de time, necessário para quem almeja tornar-se um agilista na área de teste.

Nossos convidados deram algumas dicas para quem deseja migrar do tradicional para o ágil e tornar-se um agile tester. Veja algumas frases que aconteceram nesse Happy Hour:

– É melhor ficar no vermelho uma vez do que no amarelo a vida toda.

– Os clientes mudaram, na minha visão, eles não querem mais ter projetos de 1 ano, 2 anos. Eles querem produtos em 3 meses, 4 meses.

– O testador agora tem que romper essa barreira de “ficar numa sala esperando uma versão para teste”.

– Ser cara-de-pau!

– A gente acaba inserindo a qualidade um pouco antes do processo e diminui a correção desses bugs.

Por fim, João fala sobre a sua participação no evento Agile Testers Conference, que ocorreu em Abril/2016, onde foi discutido bastante sobre técnicas de teste, integração contínua, testes automatizados, entre muitos outros, mostrando para onde a área de teste está evoluindo.

Alguns links falados durante o bate-papo

Comunidade Agile Tester:
http://agiletesters.com.br
http://agiletesters.com.br/topic/457/slides-e-fotos-do-agile-testers-conference

Quem é Carlos Felippe Cardoso (CFC)?
http://www.knowledge21.com.br/quem-somos/carlos-felippe-cardoso/

Curso de Certified Scrum Developer (CSD):
http://www.knowledge21.com.br/treinamentos/curso/certified-scrum-developer/

Post sobre soft skills do Vanilton:
http://agile.pub/assuntos-diversos/as-5-maiores-soft-skills-para-um-agile-tester/

Esse happy hour foi acompanhado de uma sútil budweiser, stella artois, 961 Beer e também café, por que não? 😉

Showing 2 comments
  • Éverton Bueno Lima
    Responder

    Parabéns pelo vídeo, muito bacana a troca de experiencia e comentários.

    O assunto é bastante estimulante e como observado no vídeo rende uma boa discussão, eu tenho outra visão sobre o tópico, não vou me alongar muito no comentário, “eu” não vejo diferença entre um testador agil e tradicional, acredito que muda só o nome, porque na minha visão, é mais a postura, comportamento, maturidade, trabalho em equipe, envolvimento, empatia e etc… é uma visão que eu tenho sobre esse assunto, porque no final tudo é uma questão de adaptação.

    Também quando me abordam sobre os testes, eu lembro de um artigo muito interessante sobre a definição de pronto no SCRUM, quando estou envolvido em um framework SCRUM, “eu” não vejo a necessidade de adicionar uma técnica de teste, acho que a DoD já aborda esse assunto, como por exemplo entregar com qualidade, acredito que esse seja um dos objetivos dos testes realizado, segue o link do artigo http://www.mindmaster.com.br/definition-of-done/ .

    “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

    • Rafael Chiavegatto
      Responder

      Éverton concordo quando você fala que isso de Testador ágil x Tradicional é um mito, uma vez que posso trabalhar com RUP e está interagindo com o time, ajudando na prevenção falhas e contribuindo com a qualidade durante o desenvolvimento.
      Hoje existem muitos profissionais que se dizem testadores ágeis, porém não deixam de fazer as mesmas coisas que eram feitas no RUP (em formato de “mini RUPs”): enquanto é desenvolvida uma estória, o “teste” está especificando os cenários de teste, termina o desenvolvimento os testes são realizados, falhas são reportadas, corrigidas e feita a sua verificação. Bom, até o momento não mudou nada do RUP, a diferença é que agora existe uma espécie de “mini RUP” sendo executado em um tempo (Sprint/Ciclo).
      Você foi muito feliz em mencionar sobre as características segundo a sua visão, por que é exatamente isso mesmo que faz a diferença, independente de qual metodologia estiver utilizando.

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