Que tal uma cerveja acompanhada de Scrum Gathering Rio 2017?

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E aí, galera!!

Nos dias 06, 07 e 08 de julho rolou mais uma edição do Scrum Gathering Rio e eu participei, ativamente, como voluntário. Devo dizer que foi uma experiência incrível e única!! É muito legal ver como as coisas funcionam pelo lado da organização e saber que contribui para o sucesso do evento é simplesmente sensacional.

O Scrum Gathering Rio destaca-se não só pelas palestras, mas também pelo coach clinics e open spaces (a parte mais legal, na minha opinião). Outro ponto de relevância do evento é o networking e o happy hour, ou seja, uma ótima oportunidade para conhecer de perto a comunidade ágil, trocar experiências e tomar uma cerveja gelada acompanhada de petiscos ;). Mas, o maior destaque dessa edição foi a participação de, nada mais e nada mesmo que, Jeff Sutherland e Ademar Aguiar como Keynote do evento.

Para vocês terem uma melhor ideia do que foi o evento, convidamos cinco participantes para falar o que eles acharam do evento. Confira!!

Guilherme Motta

Agile Coach / ex-Klarna, ex-TW – Passionate about IT & people.
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Cristiane (Coca) Pitzer

Mãe de três! Agilista e Digital Coach. Inquieta e curiosa, é apaixonada por aprender, simplificar, transformar e inovar.
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Eduardo Silva

Product owner apaixonado por produto e agilidade. Já sofri na pele os problemas de abordagens waterfall e acredito que é um caminho sem volta.
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João Gabriel Ferrazza Dias

Ou simplesmente Joka. É Product Owner na Softplan. Vem tentando desvendar os segredos da gestão de produto, do matrimônio e da paternidade.
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Auri Cavalcante

Esposa, mãe, eng. de computação e PO.
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Para quais palestra(s) / workshop(s) você pagaria uma bebida? Por quê?

Primeiro, gostaria de pagar uma bebida para todas as pessoas que tive a oportunidade de conversar nos corredores do evento.

Todos que fizeram perguntas e que facilitaram as Coaching Clinics merecem uma cerveja. Foi excelente a experiência, muito obrigado a todos pela oportunidade de contribuir.

Mariana Graf, merece uma cerveja, fez mais uma excelente palestra sobre como preparar o seu time para receber feedback.

Rafael Buzon, merece uma cerveja, apresentou uma ferramenta que formaliza e explicita o processo de coaching, voltado para diferentes parâmetros relacionados ao ciclo de desenvolvimento de software. Uma abordagem interessante que eu pretendo aplicar e experimentar no futuro próximo.

Sara Lopes e Mauricio Navarrete, merecem uma cerveja, a palestra deles contando um pouco da empresa e do ambiente de trabalho é um case muito interessante. Lá, agilidade faz parte de diversas áreas da organização.

Luiz Rodrigues e Samuel Cavalcante, merecem uma cerveja, embora eu não tenha conseguido assistir o workshop deles, eles me apresentaram o material durante o evento e nós brincamos com as dinâmicas do workshop nos corredores. Achei a ideia bem interessante e o feedback da sessão deles foi muito positivo.

Eu pagaria uma cerveja para todos os palestrantes, para todos os voluntários e também aos participantes, para ser sincera. A dinâmica do evento como um todo foi incrível e as trocas, mesmo que a nível individual, foram o mais legal! É muito energizante ver e saber de tanta gente sendo ágil! Mas duas palestras me marcaram bastante:
O Keynote do Jeff Sutherland – gostei muito da abordagem sobre Shu Ha Ri. Estamos num momento onde é muito importante pensarmos em como (não) escalar agilidade nas organizações. E achei ótimo como ele falou sobre essas três fases através de cases reais.

Como preparar seu time para receber feedback, da Mariana Graf – abordar o comportamento humano e a necessidade de melhoria contínua (inclusive a pessoal e individual) nesse mundo em constante transformação e demandante de adaptação, é super relevante e importantíssimo.

Os Keynotes do evento com certeza merecem algumas cervejas! O Jeff Sutherland mostrou que Scrum é pau pra toda obra e o Ademar mandou muito bem falando sobre os patterns, que eu nunca tinha ouvido falar. Além disso, o curto café é um case sensacional que, pra combinar com o café, eu pagaria uma stout :). Fora esses caras, o workshop de retrospectivas (eu não fui, mas participei de um repasse que já valeu a pena) e a palestra do Danilo risada também foram muito boas!

Eu pagaria um engradado pro keynote da sexta-feira, do Ademar Aguiar. Pra mim foi um tópico completamente novo e o cara é muito gente boa.

Mindset Ágil: Gamification como motivacional integrado ao Kanban e Scrum, pois trouxeram exemplos de como trazer isso para o ambiente organizacional.

A arte de fatiar User Stories: a dor e o valor trouxe conceito de fatiar grandes trabalhos para permitir entregas de valor.

Como preparar seu time para receber feedback: não pode ser surpresa, então preparar o time pra receber é algo que facilita o recebimento do feedback.

Scrum patterns – A guided tour: do caralho o trabalho do Ademar e dos outros envolvidos em construir o Scrum patterns.

E quando o time não está junto? Dá pra ser agile?: trabalho remoto sempre é difícil e os cases que a Coca trouxe mostrou que é possível.

Workshop de criação de retrospectivas: Samuel e Lula, abriram as mentes pra fazer as retrospectivas mais interessantes.

O case do curto café me mostrou que as nossas tomadas de decisões devem estar ligadas a métricas.

Gastei uma grana em bebida aí… rsrs.

De 0 a 10, qual nota você dá para o evento? Atendeu sua expectativa?

Nota 10. O evento não só atendeu como superou a minha expectativa. Passei 48 horas no RJ e passei mais de 20 no evento.

Nota 9. Achei o evento bom demais! Só não dou dez, porque sempre tem espaço pra melhorar :).

Eu já tinha ido no evento do ano passado e achei sensacional. Esse ano dou nota 8. Acredito que ainda dá pra melhorar o nível das palestras e alguns outros detalhes do evento. Apesar disso, ainda continuo achando o melhor evento de agilidade do Brasil. O networking que se faz no Gathering é fora da curva (e é por causa desse networking que estamos aqui).

Superou em muito minhas expectativas, nota 10!!! Destaque pras pessoas sensacionais que conheci!!!

Dou 8. Algumas palestras poderiam ser melhor realocadas.

Na sua opinião, quais pontos podem ser melhorados para a próxima edição?

Acredito que os Open Spaces poderiam ser distribuídos entre os 3 dias. Dois dias de palestras e um dia de Open Space eu acredito que pode levar a uma evasão do último dia.

Eu acho que podemos fazer um trabalho melhor no mapeamento das pessoas / profissionais que atenderão o evento. Ter um questionário simples no momento das inscrições, capturando algumas informações chaves, ajudariam os palestrantes a desenhar e entregar seus conteúdos de uma forma ainda melhor! Saberíamos mais sobre nosso publico: será que são recém chegados na agilidade e demandam que conceituemos mais o assunto? Ou será que é um publico mais avançado e podemos passar batido por conceituação? Coisas desse tipo.

Sobre os pontos a melhorar, como eu falei antes, o nível de algumas palestras podem melhorar. Eu sei que é difícil julgar a qualidade de uma palestra sem assistir a mesma, mas a organização deve continuar exigente. Fora isso são alguns detalhes, como o ar condicionado que hora estava muito quente, hora muito frio.

Eu ainda estou muito empolgado com o evento, fica difícil ter um olhar crítico. Talvez o painel de sábado pudesse ter sido mais interessante se houvessem dois pontos de vista divergentes.

A grade de palestras, coffee break com opções veganas e alocação das salas.

O que achou dos open spaces?

Infelizmente, não pude participar dos open spaces. Eu achei interessante que houveram discussões sobre Agilidade em escala, diferenças entre Transformações Digitais e Transformações Ágeis, que deram continuidade a alguns temas de palestras abordados durante a conferência.

Os open spaces são riquíssimos! Temos tantas experiências a ser trocadas, tantas duvidas a trabalhar… e o open space nos dá esse espaço maravilhoso para trocas livres. Bom demais!

Os open spaces são uma excelente oportunidade para discutir assuntos que o evento não detalhou o suficiente ou que nem foram abordados ao longo do evento. No caso desse ano, participei de alguns open spaces ótimos: Porquê SAFe não é ágil, Precificação ágil e Agile coach: quem é? Pra esses open spaces, trinta minutos foram pouco tempo.

A dinâmica foi muito boa e deu pra conversar com bastante gente com quem eu não tinha tido contato antes. O ritmo foi tão intenso que a tarde passou num piscar de olhos.

Como sempre os open spaces nos dão liberdade de discutir assuntos que são do nosso interesse e compartilhar conhecimentos.

Para finalizar… Quem você desafia em ir como palestrante ano que vem?

Como o evento é no Rio de Janeiro, desafio meu amigo Paulo Caroli a palestrar no próximo ano.

Desafio o pessoal do #30daysofagilesketch a falar dessa experiencia incrível que é transmitir uma mensagem ou conceito através de um desenho e, sobre como isso impacta positivamente a comunicação, o entendimento entre duas ou mais partes, além de aproximar as pessoas e ajudá-las a se vincular. Linda iniciativa!

No ano passado eu, a Poline Lottin e a Fernanda Lorenzetti fizemos um trabalho muito legal de mudança em direção a agilidade. Acho que é um case que poderíamos apresentar sem medo e o desafio que eu deixo é para nós três.

Gostaria muito de ver o Lucas Duarte Silveira (Simba) falando sobre Software Craftsmanship.

Eu desafio você, Diogo. Hehehehe.

Espero que essa mini-entrevista possa ter dado o gostinho do que vivenciei por lá. Agradeço desde já aos entrevistados por terem participado e que ano que vem possamos estar todos juntos lá, novamente.

Ah.. já ia esquecendo. Está em nosso backlog a realização de eventos ágeis e no Scrum Gathering Rio, demos início ao planejamento. #TomaEsseSpoiler

Por hora só tenho mais um aviso: Auri, DESAFIO ACEITO!!!

Valeu! 🙂

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