Caipira Ágil: Eita, Roça boa, sô!

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E aí, galera!

Nesse sábado (24/09) aconteceu mais uma edição do Caipira Ágil e não podiamos deixar passar em branco em nosso pub. Por isso, convidamos quatro pessoas para falarem um pouco mais sobre suas experiencias do evento. Confira! 🙂

Anderson Hummel

Hoje sou Agile Coach com o objetivo de ajudar profissionais na transição para o mundo da agilidade. Co-criador do agilidade.org.
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Guilherme Motta

Agile Coach / ex-Klarna, ex-TW – Passionate about IT & people.
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Rafa Jagua

Agile Coach na Youse Seguradora e Organizador do evento.
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Ceci Fernandes

Coffee lover, Agile coach, software developer and instructor, former gymnast and wine drinker.
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O que caipira ágil tem de diferente da “cidade grande”?

É um evento de altíssima qualidade no conteúdo e que tem um valor muito acessível (40 reais) para poucas pessoas (220 participantes).

O Caipira Ágil, é um evento menor, com menos participantes que permite que você conheça pessoas novas e converse com os já conhecidos. É sempre bom compartilhar os nossos desafios atuais e ouvir dos nossos colegas de profissão o que eles estão enfrentando. Diferentemente dos demais, todo ano os ingressos esgotam semanas antes da conferência.

Ele é menor, mais intimista. É mais aconchegante e informal, quase não tem cara de evento. Se tivesse cerveja, seria um grande happy hour misturado com workshop.

A informalidade é o forte do Caipira. O clima do evento e o sempre de boas e todo mundo sai dele feliz (e bem alimentado).

Quais foram as boas sacadas do evento de ano?

A melhor sacada do evento foi o KeyNote do Guilherme Motta ao ar livre! Tirando o detalhe de eu ter cantado “We Will Rock You” foi excelente!
Ter mais workshops do que palestras foi uma excelente ideia do comitê organizador!
A comida infinita também foi excelente, encontrei alguns quilos que tinha perdido nas ultimas semanas.

A escolha dos temas para workshops, os palestrantes e formatos mais iterativos são uma característica do Caipira Ágil que se repetiu em 2016. Sem dúvidas, é o melhor custo benefício entre as conferências ágeis que temos ao redor do Brasil. Este ano, também tivemos o happy hour pós caipira que é outra grande oportunidade que o evento proporciona para conhecer organizadores, palestrantes e agilistas possibilitando ainda mais networking.

Sessões a céu aberto e um tempo menor total de evento. Começando 09h30 as pessoas estão mais acordada, já tomaram um bom café. Terminando as 18h o participante não tá cansado, tá no pique pra um Happy Hour. O evento não fica arrastado.

O Keynote interativo do Motta foi sensacional. Deu um tom participativo, de networking intense e animado desde o início do dia.

Dos assuntos abordados, qual destacou mais para você? Alias, todos pareciam muito bom.

Os workshops das duplas sertanejas Celso e Rodrigues sobre “Questionando o fluxo de valor na sua empresa! ” e da outra dupla sertaneja Érica e Caio sobre “Privilégio: viva uma experiência!” geraram muito burburinho nos corredores!
O conteúdo da palestra dos cantores solo Matheus Haddad em “Jogo dos Troféus” e da cantora solo Annelise Grip em “Precisa-se de um Agile Coach com urgência! ” teve repercussão depois do evento.
A Ceci Fernandes estreou o hit “Sobrevivendo ao Apocalipse Zumbi com Agilidade”! Ja André Suman Pereira, Samuel Cavalcante, Victor Hugo e eu repetimos sucessos do passado.

Infelizmente, não consegui assistir todas as sessões que eu gostaria.
Participei como ouvinte do workshop “Sobrevivendo ao Apocalipse Zumbi com Agilidade” e foi bem interessante. Eles fizeram um ótimo trabalho em criar um jogo para exercitar o trabalho em equipe, a colaboração, incrementos menores, “dívida técnica” (quem não bebesse água, impactava no dia seguinte e poderia até chegar a morte – o que é uma excelente analogia). Participei do workshop do Felipe Rodrigues e do Celso Martins e me voluntariei para o papel de CEO, o tempo foi curto, mas conseguimos exercitar em 90 minutos algumas das etapas do Value Creation Cycle. Definimos uma ideia, validamos com alguns dos outros participantes na sala, prototipamos uma solução em papel e eu consegui desdobrar os investidores para manter a nossa equipe na jogada. Feito isto, ouvi a palestra do Magoo que falou sobre TDD além do código e gostei muito do que foi compartilhado. Eu repito várias vezes que TDD não é sobre qualidade, é muito mais benéfico para o design da sua aplicação do que para a qualidade do seu software (claro que é válido, claro que é indispensável para refatorações, mas um design simples pode fazer toda a diferença). Depois assisti ao workshop do Davi Gabriel e do Rodrigo Bastos, foi bacana alguns dos conceitos que eles trouxeram do Frederic Laloux (Reinventing Organizations), acredito muito que nos próximos anos veremos mais e mais cases práticos relacionados a este tema (organizações em rede, autonomia, holocracia, auto gestão, etc etc..). Por último mas não menos relevante, assisti a palestra da Elsa Ferreira, que compartilhou os desafios da transformação e adoção ágil que eles estão passando. Achei interessante que muito do que já fizemos (na organização em que trabalho atualmente) ou que estamos fazendo está muito alinhado com o conteúdo apresentado.

Fluxo contínuo deu até uma sessão extra pós evento. A palestra de métricas tirou muita gente da zona de conforto. Tivemos ótimos feedbacks do Keynote, do Apocalipse Zumbi, e da sessão sobre Agile Coach. A Caminhada do Privilégio foi muito interessante pois não se vê isso em eventos. Foi uma ótima grade.
A grade toda me surpreendeu, acho que esse foi o maior destaque.

Eu curti muito os papos de corredor, onde eu passo a grande maioria dos eventos. A sessão do Caio e da Érica, no entanto, merece destaque: eles promoveram uma importante discussão sobre Privilégio, relacionando o assunto com agilidade e times.

Como você definiria o evento em poucas palavras para quem não conhece?

Cerveja artesanal encorpada com excelente custo benefício.

Continuous Delivery de Pão de Queijo e sanduíche.

Network e conhecimento prático, com boa comida a um preço barato.
P.S: ano que vem podemos realmente incluir cerveja

O Caipira é muito amor: bom conteúdo sempre, gente a fim de conversar e a gente se sente em casa!

É isso aí, pessoal. Gostariamos de agradecer aos quatro participantes que toparam fazer essa mini-entrevista. Como deu pra perceber, a energia do evento foi sensacional e a sacada da comida infinita teve seu destaque ;). Na próxima edição, nós do Agile.pub, estaremos marcando presença lá!

Um grande abraço.

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